ENTREVISTA DE ROBERT

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Onde quer que ele apareça garotas adolescentes começam a gritar. E ele nem sequer as mordeu. Uma conversa com o ídolo adolescente Robert Pattinson, o vampiro Edward Cullen de Crepúsculo. Desde Leonardo Dicaprio nenhum ator foi tão intensamente adorado quanto Robert Pattinson. Milhares de garotas (e mulheres mais velhas) de todos os lugares adorariam que Edward as mordesse – Robert Pattinson na vida real, RPatzz para as fãs.

Como você lida com toda a loucura da mídia? Há livros sobre a sua história de vida, e você ainda nem morreu.
Sim, eu vi que existem sete biografias não autorizadas, e todas começam aos meus vinte anos. Eu acho que estou lidando com isso da melhor forma possível. No ano passado eu trabalhei sem parar, então a grande loucura de Crepúsculo passou batida por mim. Minha vida e Crepúsculo, isso são duas coisas separadas. Ser famoso é um estilo de vida, mas eu sou apenas um feto nesse mundo de celebridades.

Eu estou melhor nisso do que no começo, mas eu odiaria ter pessoas em volta da minha casa pelo resto da minha vida. Isso me enlouqueceria. Porque as pessoas querem uma foto minha com elas a qualquer custo? Eu não entendo isso. Eu me acho entediante.

 

O quão diferente foi filmar Lua Nova em comparação com a primeira parte?
Muito diferente. No primeiro filme, havia muitas pessoas, todas elas impulsionando em uma direção diferente. O estúdio queria criar uma base para uma franquia, pois já havia sido estabelecido que seria uma trilogia. Os chefes achavam que o filme tinha que agradar ao máximo de pessoas possíveis. A diretora Catherine Hardwicke havia feito vários filmes independentes e ela às vezes era como uma bala perdida, ela tinha energia demais. Kristen e eu tínhamos as nossas próprias ideias quanto aos personagens e nós dois somos bem teimosos. Mas o mega sucesso do primeiro filme fez todos ficarem mais calmos. Nós estamos menos inseguros. Os chefes do estúdio sabem que nos tomaremos as decisões certas. Nós também temos Chris Weitz como o novo diretor. Ele é muito calmo e preparou todo mundo muito rápido. Todos nós trabalhamos muito duro.

Você já assistiu Lua Nova algumas vezes?
Uma vez. Eu acho uma tortura me assistir na tela. Mas dessa vez não foi uma punição. Surpreendentemente eu gostei. Isso não havia acontecido desde o começo da minha carreira.

Você não acha assustador ver o quão obcecadas algumas fãs são?
Definitivamente. Quando Crepúsculo estourou, eu às vezes tinha visões minhas sendo esfaqueado por uma fã louca. Essas multidões loucas nos eventos…eu não fico tranqüilo. Quando nós estávamos filmando Lua Nova em Vancouver, alguns fãs ficavam lá por três dias seguidos, em tempo bom ou ruim. Em horas como essa o seu instinto te diz: isso é bizarro, e a sua imaginação corre solta. Mas na maioria das vezes não é tão ruim quando você vai lá e fala com aquela pessoa. Crepúsculo é apenas o meu trabalho, mas para um fã, é algo do qual eles querem fazer parte desesperadamente. Isso é errado? Eu não tenho mais tanta certeza. Um fã é um fã, é só isso. É que leva algum tempo até que você se acostume com o fato de que o que você faz é valorizado pelas pessoas.

Você já foi fã de alguém?
Quando eu vi Um Estranho No Ninho pela primeira vez, eu tinha dezesseis anos e aquele filme me influenciou muito. Eu até comecei a me vestir como o Jack Nicholson. Aquele período durou por um longo tempo. Eu também tive uma queda pela Patricia Arquette. Mas eu não acho que nada disso tenha influenciado o meu trabalho (risos).

Em Lua Nova, o jovem Taylor Lautner interpreta um lobo, Jacob. O que você pensou quando viu os músculos dele?
Que eu precisava ir à academia imediatamente. (risos) Não, eu acho que tudo bem. É engraçado: por alguma razão, quando você é um ator que está num filme adolescente, eles esperam que você tenha um tanquinho. Então quando eu vejo um cara que se encaixa em todas as expectativas de uma garota adolescente, eu fico preocupado. Na verdade, aquilo foi perfeito para eu entrar no meu personagem. Eu agora sei a sensação de ter que competir com alguém mais jovem que eu.

Você tem uma ótima conexão com a Kristen, isso não é segredo. Mas nesse filme também há muita química entre ela e o Taylor. Você ficou com ciúmes?
Não. Em Lua Nova nós temos apenas umas quatro cenas com nós três. Eu mal tive a chance de ter ciúmes. Quando eu tinha que trabalhar, o Taylor não estava por perto, pois a sequência da história de Jacob e Bella estava se desenvolvendo sem mim. Em Eclipse, o terceiro filme, o qual nós concluímos há um tempo é totalmente diferente. Há muito mais interação entre os personagens. Taylor e eu implicamos um com o outro o tempo inteiro.

Dessa vez, Taylor é o rapaz protagonista. Isso tira um pouco da pressão dos seus ombros?
Com certeza. Eu continuo a dizer que esse é o filme do Taylor. Eu não tenho o papel principal. Ele é totalmente responsável e essa é uma situação de ganho recíproco. Se o filme for fracasso, eu sempre poderei dizer que é porque eu estou menos nesse (risos).

O que vem depois na sua agenda?
Tem sido um ano estranho. Eu estou trabalhando sem parar, com quatro dias de folga no máximo. Primeiro foi Lua Nova e depois Eclipse. Eu fiquei bastante aliviado quando nós encerramos no final de Outubro. Eu finalmente pude dormir. Mas nós não pudemos descansar muito, por causa da turnê de Lua Nova que viria. Em Fevereiro eu irei para Budapeste para filmar Bel Ami. Que não será com a Nicole Kidman, como foi dito antes. Eu não posso dizer com quem ainda. Eu também assinei para Unbound Captives, um drama romântico com a Rachel Weise. Mas existem chances de que depois de tudo isso eu esteja no set do quarto filme de Crepúsculo.

Megan Fox é a mulher mais bonita do mundo e ela disse que o título a deixou encabulada. O que você acha do fato de algumas revistas o chamarem de ‘o homem mais sexy do planeta’?Deus, eu acho que nem sou um homem de verdade ainda (risos).

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publicado por Fanny às 16:09 | link do post | comentar